Me Caterina
Vivo em Matosinhos, com o meu marido, que é também o meu companheiro e meu melhor amigo e a nossa princesa. A Maria Inês é a menina dos nossos olhos. Nasceu a 14 de Outubro de 2005 e não pára de nos surpreender. É o nosso tesouro.
Cá em casa vivem também a Camila, a cadelinha mais meiga que se possa imaginar e a gata Matilde, o elemento mais traquina.
Foi hoje...
... o dia do meu aniversário. Foi muito bem passado. Primeiro tive reunião na escola e fiquei a saber que vou leccionar Ciências Naturais aos 7º, 8º e 9º anos, bem como uma Área de Projecto. Melhor não podia ser. Nem secundário, nem nocturno, nem cadeias. Que rica prenda!
Depois almoçei com o maridão, que me fez uma surpresa. Fomos ao cinema e jantamos nos sogros. Tudo muito bom. Sinto-me feliz e realizada. Tanto que até me apetece chorar!!!!
Regresso às aulas
Esta semana iniciámos o trabalho. Reuniões, planificações e mais reuniões. É assim o regresso de um professor, às aulas. Amanhã saberei o serviço que me foi atribuído. Espero ter uma agradável surpresa (ainda mais porque é um dia especial). Logo darei notícias.
O nascimento da Maria Inês
Há alguns meses atrás iniciei o relato sobre o nascimento da Inês. Consegui apenas falar da gravidez e fiquei no dia em que fui internada nas grávidas de risco. O que se possou nos dias e mês seguintes ainda hoje me é difícil descrever, mas vou tentar. Não só para alertar futuras mamãs, mas para limpar a minha alma. Foi tudo tão dificil e doloroso, que só agora começo a refletir sobre o assunto. Naquela altura não podia, a minha princesa precisava de mim e eu resisti a tudo por ela.
No dia seguinte (13 de Outubro), fui vista por uma médica que me fez um toque e quase me levou a trepar pelas paredes. É claro que não tinha dilatação, nem contracções. Eu estava ali porque tinha pouco líquido e placenta envelhecida, não porque estivesse em trabalho de parto. Disse-me que não ia fazer cesariana (como se eu tivesse pedido alguma) e que me ia dar alta. Fiquei perplexa!!!! Então na noite anterior sou internada de urgência e agora ia para casa? Pedi para falar com o médico que me internou. Não estava de serviço. Mandei uma mesagem ao meu obstétra (que estava de lua de mel, no outro lado do mundo). Telefonei a uma amiga, que me tranquilizou: - Se saíres, vais directa para a maternidade. O.K. eu só queria saber o que se estava a passar. Fiquei mais descansada. O dia passou e eu a pensar quando me vinham dar alta. Chegou a noite e nada.
No dia seguinte tive a visita dos dois médicos (o meu tinha visto a mensagem muito tarde, a diferença horária era de 12 horas e já tinha falado com o colega). O que me internou continuou a insistir que o parto devia ser provocado, a outra senhora achava que não. Disse-me pessoalmente que se fosse doente dela (livra!!!!) ia para casa, mas como não era... Assim sendo, ia fazer indução do parto porque não ia para cesariana sem fazer uma prova de parto (prova de parto?!!!!provar o quê? que sou capaz de aguentar as dores?!!!!) porque era nova e era o meu primeiro filho. Tudo bem. Nunca fiz questão de cesariana, até tive aulas de preparação para o parto e tudo. - "Vamos lá a isso" - pensei eu. É hoje que vejo a minha menina. Era de manhã cedo.
Fiz a primeira indução ainda durante a manhã. Depois de dois clisteres e umas idas rápidas ao wc, foi-me colocado um gel e durante duas horas não me pude mexer. O CTG a registar os batimentos cardíacos da bébé, mas mal.Tiveram de trocar de aparelho. Sempre foi difícil ouvir a nossa menina. O maridão lá estava do meu lado, com o bloco de notas preparado para registar o intervalo das contracções. Mas estas, nem vê-las. Não nos preocupámos. Já sabíamos que como o útero estava verde, dificilmente a indução "pegaria" na primeira tentativa. Por volta do meio dia comecei a ter dores. Não eram contracções, mas dores abdominais. Aos poucos foram abrandando. Primeira tentativa falhada.
16h40m - sou levada para uma das boxers de partos. Já não é a mesma médica, vejo o nome e é a sua chefe de equipa. Fria e antipática faz-me novo toque. Nada. Nem contracções nem dilatação. Nada. Diz-me apenas para não me mexer. Coloca-me um aparelho e introduz no meu útero uma série de comprimidos ("Tantos" - lembro-me de ter pensado quando a enfermeira lhos passou). Mandou-me passear no corredor. Assim fiz, tal ovelhinha obediente. Passeei com o papá durante algum tempo, não me consigo lembrar quanto. Comecei a ter muitas dores. As dores aumentam. Disse: -"Vamos para o quarto rápido, não aguento mais, parece que vou desmair." Estava ao telefone com uma enfermeira amiga a perguntar se o que sentia era normal e não consegui acabar a chamada. A dor era lacinante. Parecia que me cortavam o útero às fatias. Ainda tive tempo de chegar ao wc e vomitei. Não que tivesse algo no estômago. Vomitei de dor. Um líquido esverdeado. A enfermeira ajudou-me a subir para a cama e ligou o ECG. Contracções nenhumas, dor imensa. Voltei a vomitar. A enfermeira deu-me uma injecção para abrandar a dor e foi chamar a médica. Voltou sem ela, mas com ordem para me levar para o bloco de partos. Lá fomos. Instalaram-me na nova "cama" e prepararam-me para o parto. Passados minutos voltou a médica, viu o ECG e foi embora. O que se passou daqui em diante é tudo muito confuso. Recordo o maridão, sempre ao meu lado a tentar dar-me algum conforto. A enfermeira que vem ver o gráfico e a dor. Muita dor. Puseram-me a oxigénio. Senti que perdi várias vezes a consciência. De cada vez que acontecia, sentia-me desfalecer, mas sabia tão bem. A dor desaparecia momentaneamente e respirava de alívio por segundos. Pouco depois das 20h, a enfermeira diz ao meu marido para ir jantar, que ainda estava muito demorado, eu não tinha contracções e apenas tinha conseguido 3 dedos de dilatação. O marido saiu e eu continuei meio a dormir, meio acordada.
Ainda não tinha passado muito tempo e a médica vem novamente, rasga o papel do ECG e sai novamente. Volta com a enfermeira e diz: -"Vamos para cesariana. A bébé não está bem." A enfermeira explica-me que virão preparar-me e depois irei para o bloco operatório. Fica preocupada porque ainda não tinham passado 10 minutos desde que tinha mandado o meu marido jantar! Recordo-me de não saber o que fazer aos óculos e aliança. Ficáram com a enfermeira.
A equipa de cirurgia que estava de serviço estava no fim do turno, já tinham realizado 11 intervenções, mas foram todos muito simpáticos. Tentaram descontrair-me, brincaram e fizeram-me questões sobre a minha bébé... Mandaram-me sentar e ficar muito quieta. Iam dar-me a epidural. Que bom, pensei. Agora já falta pouco. Lembro-me que havia 2 anestesistas, uma jovem (devia ser estagiária) e um senhor, já na casa dos 50. A anestesista teve dificuldade em encontrar o espaço para a epidural. O anestesista ajudou e lá me mandaram deitar de barriga para cima. Prepararam tudo e foram fazendo perguntas para ver se sentia as pernas. Passou bastante tempo e ainda sentia o lado esquerdo. Mandaram-me deitar para a esquerda e deram nova epidural. Passado algum tempo sentia as pernas muito pesadas e não sentia nem os beliscões, nem o frio do gelo. Estava pronta para começar. Eram 21h30. Recordo-me de olhar para o relógio quando vieram perguntar se podiam preparar um politraumatizado. O chefe de equipa disse que lá para as 22h30 estavam prontos.
Começou a cesariana. Lembro-me que não gostei da sensação de sentir mexer. Fazia-me impressão. O tempo foi passando e pecebi que as coisas não corriam bem. Os médicos mexiam e remexiam. O anestesista colocou-se em cima do meu peitop e puxou (recordo as aulas de preparação para o parto: esta era uma manobra para ajudar a tirar o bébé). A Inês nasceu após aplicação de ventosa e a força do anestesista (que fez com que andasse 3 meses com dores nas costelas). Gritei quando pensei que me tinha partido a costela, mas logo ele me levantou a cabeça e disse: -"Olhe a sua menina". A sua imagem está gravada no meu cérebro. Suja de fluídos, mas linda. Sorri e logo ela desapareceu da minha vista. A partir daqui tudo se complicou para ambas. Passo a descrever o que aconteceu a cada um (pai, mãe e bébé):
O Pai: Chegou de comer qualquer coisa e não me encontrou na boxer. Disseram-lhe que tinha ido para o bloco. Não sei pormenores porque ele não fala muito no assunto, mas sei que apanhou o maior susto da sua vida. Esteve todo tempo sozinho, à espera, sem notícias. Assistiu à paragem respiratória da bébé e ao seu encaminhamento para a neonatologia. Perguntou por im e só lhe disseram que tinha perdido muito sangue e ainda estava no bloco. Foi horrível. Lembro-me quando saí do bloco e o encontrei no corredor, estava desfeito, chorou como nunca imaginei e eu só dizia: "Eu estou bem, não te preocupes. Estou bem, descansa." Sofreu muito. Até a médica se lembrava dele como "o pai que parece ter tido 20 partos".
A mãe: Com as tentativas de indução, o meu útero não contraiu após o nascimento da Inês. Tinha levado com tanto químico para distender, que depois não contraía. Os médicos tiveram de fazer várias manobras. Desde massagens, lavagem com soro quente e outras que não sei explicar. No meio disto tudo recordo-me que o efeito da epidural começou a passar. Sentia ada vez mais dores e comecei a gritar. Lembro-me de ouvir frases soltas como:-"Vê a pressão"; -"Não consigo, só vejo intestinos" e a voz da anestesista: -"Não aguento mais isto" e derrepente adormeci. Tinham-me dado uma anestesia geral. Acordei no recobro, com um calorzinho agradável. Sabia tão bem. A enfermeira que estava ao meu lado explicou-me o que se passou e tentava por o soro. Não conseguia preparar a máquina. Parece que nem os aparelhos queriam funcionar nesse dia. Desistiu e deixou a tarefa para a colega da obstetrícia, que tinha mais experiência. Essa também não conseguiu e fiquei com soro normal até de manhã. Levaram-me para o quarto. Passei pelo maridão e fiquei super preocupada com ele. No dia seguinte a médica que me veio ver foi a minha "amiga", que me disse (com a maior lata) que tinha feito uma atonia uterina, que estive quase a ficar sem útero ou pior. Fez-me um exame de calcar a barriga para ver se o útero estava contraído. Doeu tanto que gritei. Então resolveu examinar-me e com a mão retirou vários coágulos de sangue do meu útero. Chorei de dor. A enfermeira para me consolar disse que era melhor assim, que se ficassem lá dentro infeccionavam e as consequências seriam muito graves. Hoje compreendo, mas na altura insultei a médica de tudo o que conhecia (ainda que fosse só para mim). Perdi muito sangue (fiquei com 9 de hemoglobina). Davam-me um frasco de ferro injectável dia sim, dia não. Como era muito espesso resgava-me as veias e já não tinha onde colocar o catéter. Para além da morfina tomava dois analgésicos de 8 em 8 horas e um comprimido por dia para contrair o útero. Mas não oi isto, o que mais me custou. Foi não ter a minha menina ao meu lado. Sempre que as duas bébés choravam, ou que as mamãs tratavam delas eu chorava por dentro porque a minha estava longe. Ela nasceu numa sexta às 23h e só a vi no Domingo, quando fui capaz de me levantar e ir à neo. No sábado o papá foi fotografá-la para mim, mas nada se compara ao momento em que a vi, a dormir, na incubadora. Os dias de internamento passeios entre a obstetricia e a neo. Acho que me recuperei bem porque caminhei muito e todas as minhas forças eram para me pôr boa porque a minha menina precisava da mamã. E consegui. Ao terceiro dia comecei a amamentar e desde então não mais saí do seu lado. Mesmo com uma cirurgia e 24 pontos por sarar fui ao hospital todos os dias e a minha menina cresceu sempre cheia de amor e carinho.
A Inês: Nasceu com um índice de Apgar 6. Esteve em sofrimento fetal durante todo aquele tempo e fez uma paragem respiratória. Ao fim de 5 minutos teve índice 8 e ao fim de 10, o índice foi 10. Como tina poucas reservas energéticas (motivo que levou à intervenção precoce) e como o parto demorou muito (ela estava muito encaixada, desde sempre esteve de cabeça para baixo e mesmo lá no fundo, por isso era tão difícil ouvir o seu coraçãozinho) ela esgotou as reservas e fez uma hipoglicemia grave. Foi para o serviço de neonatologia, onde esteve internada 13 dias. Neste serviço esteve inicialmente a soro glicosado porque não conseguia manter os níveis de glicose no sangue. Ao fim de alguns dias retiraram o soro e passaram a dar o suplemento de dextrinomaltoses antes de cada refeição. Antes de cada mamada era picada para medir a glicose. Os valores eram sempre entre os 40 e 50. Tentaram reduzir o suplemento, mas tinha logo hipoglicemias e tiveram de redobrar a dose. Ao fim de 7 dias a médica disse que normalmente os bébés nesta situação costumavam melhorar após uma semana, mas tal não aconteceu com a Inês. Ao 13 dia, precisaram de cama na neonatologia. Como a Inês já não estava na incubadora e era o bébé com mais peso (nasceu com 2,810Kg) foi transferida para o serviço de Pediatria. Confesso que foi um grande choque. Até ali, a nossa menina tinha sempre uma enfermeira responsável por ela, que a cuidava 24h por dia. Tinha o aparelho que registava o seu estado, tudo esterilizado. De repente, às 22h, passa para uma sala, onde estão outros 4 bébés, com uma equipa de enfermagem para todos os quartos da enfermaria. Tão pequenina e indefesa, não me queria separar dela. Agradeço à enfermeira que nos recebeu. Um amor de pessoa. Levou-a para à beira dela durante a noite e disse-nos para telefonar a qualquer hora e as vezes que quisessemos durante a noite. Chorei e o pai também. Não queríamos deixar a pequenina sozinha. Ela insistiu. Estávamos ambos um caco e precisaamos dormir. Disse que ficava com ela como se estivesse na neo. Esta enfermeira esteve a estagiar na neo e eu conhecia lá. Isso deu-me alento e só assim consegui lá deixar a menina. Nas noites que se seguiram (durante 1 mês de internamento) organizamo-nos e ficou sempre alguém com ela (eu, o papá, a minha mãe e a minha sogra). Já na pediatria, a Inês voltou a fazer uma hipoglicemia muito grave. Eu estava com ela quando vieram medir a glicémia. O aparelho não registou qualquer valor, deu erro. A enfermeira espantada repetiu a medição. Novo erro. Foi trocar o aparelho e novo erro. A médica veio e dizia que não podia ser. Os valores eram tão baixos que o aparelho não registava. Mas a Inês estava reactiva, o que era bom. Nova medição e nada. Levaam-na para por soro glicosado. Não conseguiam canalizar uma veia. A bébé gritava e eu chorava impotente e tentava consolá-la inutilmente. Finalmnte lá conseguiram. Com o soro os niveis voltaram a subir. Chamaram o chefe de endocrinilogia que pediu uma enorme bateria de testes. No dia seguinte uma médica veio falar comigo, era a endocrinologista que ia acompanhar a Inês. Explicou-me que isto podia ser uma hipoglicemia transitória (devido às complicações do parto), mas já devia ter passado há muito. Agora colocavam novas hipóteses. Uma doença rara, mas complicada e por isso iam estudar a Inês. Não quis entrar em pormenores, o que me deixou ainda mais preocupada. Disse-me que agora ela seria picada sempre antes de cada refeição (2h30 de intervalo) e se o valor estivesse acima de 40 tomava leite normal, se fosse inferior seria leite glicosado. Não podia nunca descer abaixo de 20 porque poderia ter sequelas irreversíveis. Ainda guardo o bloco de notas onde registava cada medição. Também lá estiveram duas neuropediatras. Fiquei muito preocupada. Aos poucos a Inês começou a melhorar. A médica explicou que como lhe davam suplemento de glicose, o valor aumenteva no sangue e estimulava o pancreas a produzir mais insulina. Este excesso de insulina eliminava toda a glicose, o valor baixava e lá lhe davam mais leite glicosado, era um ciclo vicioso. Hoje a Inês está bem. Regula a glicose e já não lhe faço picadas. Houve uma altura em que os calcanhares já não tinham sítio para picar. As enfermeiras já não sabiam o que fazer. às vezes apertavam o sítio da picada anterior e saia sangue. Foi horrível. Quanto aos testes continua a fazer o estudo, mas segundo a endocrinologista para descartarmos toidas as hipóteses. É seguida em Endocrinologia, neuropediatria, otorrino e desenvolvimento. Da consulta de pediatria teve alta porque tem médico particular. Apesar de tudo que passou, a Inês é uym bébé calmo, sereno, muito bem disposto. É muito autoconfiante e uma lutadora. Lembro a primeira vez que pegou no meu peito. Eu tenho mamilos invertidos, mas ela agarrou-o com uma vontade que a enfermeira chamou as colegas para ver. Em seis anos nunca tinha visto um bébé agarrar com tanta vontade. É assim a minha menina, uma valente.
Peço desculpa pelo tamanho do post, pelo português atrapalhado, por alguma coisa que não se perceba. Mas escrevi tudo de seguida, como se estivesse a falar convosco porque só assim consegui reviver estes momentos tão olorosos. Porquê falar? Porque finalmente consegui deitar cá para fora o que senti. Partilhar significa livrar-me deste peso, desta mágoe e desta revolta para com aqueles que provocaram tudo. Mas também para que outros aprendam com a minha experiência. Se quero ter outro filho? Quero. Muito. Pelo menos durante 18 meses não posso. O meu útero não está preparado, mas depois vou tentar. Quando a Inês for mais crescida e não necessitar de 100% de atenção e possa compreender a chegada do mano. Se tenho medo? Não. Nunca tive. Receio sim. Mas vou tomar providências para que tudo corra melhor. Fazer seguro de saúde, com boa cobertura de parto e garantir que tenho bons especialistas comigi, quando chegar o momento. A quem está próximo do parto, digo: Não se deixem intimidar pelo meu relato. Podia aqui contar muitas experiências fabulosas. Por ter acontecido uma vez, não tem de repetir-se. Se eu que passei por lá, quero voltar... Falem sim com o vosso médico e informem-se sempre da vossa situação.
Natércia Charruadas posted on 8:17 PM. 14 comments
Consulta de endocrinologia
Hoje fomos à consulta. Feitos os exames de rotina, tudo bem com a princesa. Pesa 8, 550kg e mede 71cm. Quanto aos estudos metabólicos, que fez no instituto de genética, ainda não há resultados. Portanto, nova consulta daqui a 6 meses. Até lá vamos à neuropediatria, otorrino e desenvolvimento. Bolas, esta piquenas já consultou mais especialidades nos seus 10 meses de vida, que eu na minha vida toda!!! Felizmente tudo tem corrido bem.
Natércia Charruadas posted on 11:07 AM. 2 comments
Já saíram as colocações!
Este ano foi mais cedo!!!
Pois estou muito feliz.
Não fui colocada na escola onde exerci nos últimos 6 anos, mas fiquei na secundária ao lado. Era a minha 5ªopção (nada mal!). Pode ser que venha a encontrar alguns dos meus meninos da EB 2,3, agora que fui para a Secundária. Era giro. Segunda lá vou aceitar a colocação e ver se já sabem alguma coisa quanto ao serviço que me vai ser distribuído.
Durante os próximos 3 anos vou estar pertinho de casa, numa escola que conheço e com pessoas que gosto. Que bom!